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Não lhe devemos nada. Será?

Não lhe devemos nada. Será?

Ainda vejo no mercado relações comerciais onde as partes entregam exatamente o que foi acordado. O que não é ruim, mas será que é suficiente?
Concordo com aquele ditado que diz “o que é acordado não é caro”, e muitos varejistas e industriais atuam dessa maneira, indo até onde foi acordado.

Vamos imaginar uma situação, onde um consumidor compra um produto com 6 meses de garantia. Ele usa o produto de forma normal e cuidadosa, mas, 2 dias após o término dessa garantia, o produto apresenta um defeito e deixa de funcionar.

O que deve ser feito nesse caso? Quem deve assumir esse problema e essa perda?

O consumidor, o varejista ou a indústria?

Antes de responder, devemos lembrar que hoje temos um novo consumidor, com novos hábitos, e, munido de uma grande arma: o poder que as redes sociais e as avaliações lhe deram.

Juridicamente, nem o varejista nem a industria “devem" nada, pois o prazo de garantia já terminou, certo? Mas esse consumidor vai dar qual avaliação ao produto e da experiência de pós venda?

Acredito que muitas oportunidades batem a nossa porta todos os dias, e elas podem vir na forma de superar as expectativas dos nossos clientes e consumidores.

Um caminho para o exemplo acima é o consumidor ficar com o prejuízo sozinho. Outro caminho é o varejo encantar esse cliente e trocar o produto para ele. E, um último caminho, pode ser ainda a indústria fazer essa troca, encantando o cliente, garantindo uma avaliação acima da média, e quem sabe, ate mesmo, ao analisar esse problema ocorrido, fazer uma melhoria no seu produto para aumentar a qualidade do mesmo.

Tenho certeza que as empresas que estão conseguindo vencer no atual cenário econômico são as que surpreendem os seus clientes. Aquelas que entregam mais do que o necessário.

Espero que esse exemplo possa inspirar alguns a refletir e mudarem sua maneira de atuar.